26/09/05

Jorge Costa, Um Grande Escritor Português, por Derviche

Meia volta anda por aqui um tal de Alquimista e outras almas penadas, com uns posts sobre escritores e livralhada. Ora, no meio de tanta e exagerada paginação, parece-me que é falta grave a pedir mesmo umas boas mocadas de Rio Maior, esquecer o actual líder de vendas neste país.

Jorge Costa bate e bateu quase todos os records. O seu livro vende como papo-secos. Ainda hoje continua como segundo livro mais vendido nos escaparates. Não reconhecer a escrita deste homem, é passar ao lado de um mestre.

Até o nosso Lampadinha se vergou à mestria do verbo, elogiou o livro, fez dedicatória e sempre atento às grandes questões deste país, fez questão de receber o novel escritor, destacando até que o livro era “uma obra bonita e de boa apresentação.”

Ora, assim sendo de que é que estão à espera para comprar o livro do nosso Jorge Costa. A capa é muito bonita, decorada inclusive com relevos. Predominam os tons de azul, embora com um gosto severo e aristocrático. Por sua vez, a lombada é bem forte, o que aliado ao volume da obra, leva a que livro tenha muitas outras utilidades além da mera leitura. O interior é recheado com muitas fotografias e algumas palavrinhas bem distribuídas com peso, conta e medida

O livro é “O Capitão” e o seu ilustre autor - à saída da recepção que o nosso Lampadinha lhe concedeu - elucidou emocionado o país e o comité Nobel: “Isto não é para todos”, “Isto é um sinal de que minha carreira não passa despercebida, revelando, também, que tenho feito algo de importante.”

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