
Mas nos países muçulmanos, como agora o Dubai, tenho a sensação contrária: a de não ser do mundo e do mundo não ser meu. Num país muçulmano sinto-me a pisar solo que não devia, a respirar ar dos outros, a mover-me para a esquerda quando devia mover-me para a direita, a olhar em frente quando devia estar de olhos postos no chão, a dizer sim quando devia ter dito não e vice versa, a correr quando devia andar... Eu sei sempre que, seja o que for que faça estou certamente a fazer algo proibido (e para uma mulher ainda é pior). A negação deve ser a ideia mais cara aos muçulmanos: «não» é a palavra preferida desta gente.
1 comentário:
São uns chatos esses mouros. Esses e os outros todos.
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