
Isto foi nos meados de 80 e, nessa altura, recordo-me de alguns dos hits mais pedidos. Canções que então ouvi centenas, senão milhares, de vezes para agradar ao publicozinho. Se coisa aprendi foi a tolerar, mas nem sempre a respeitar, os gostos dos outros e a olhar com outra abertura para todo o espectro da música popular e até era com prazer que virava e revirava os sucessos do momento.
De fora vinham pérolas como o “The Final Countdown” ou “You’re in the army now”, duas canções que para sempre me ficaram gravadas na alembradura e de vez em quando regressam para me assombrar. Mas serve esta para falar dos hits nacionais que então proliferavam. E desde logo, três grandes artistas me vêm à mente: José Malhoa, Jorge Ferreira e Nel Monteiro. Três gigantes! Um, o primeiro, dono do clássico “24 Rosas”, o segundo, autor do monumento chamado “Carro Preto” (“carro preto, diz-me lá porque razão, partistes meu coração, por o meu amor levar” traláláchimpumetc) e o terceiro, O Mestre, com êxitos incontestados como Retrato Sagrado ou Azar na Praia ou o Alô, Alô Maria Antónia. Ou mesmo o ousado Tira o Bikini!
É o grande Nel que gostaria de destacar aqui, designadamente o seu último grande lançamento com a costumeira Orquestra Lusitana, considerado unanimemente pela crítica especializada como um significativo passo em frente no contexto musical e semiótico do cantor e songwritter, que aqui desbrava muitos novos caminhos em direcção a sabe-se lá onde. «Trata-se de um significativo passo em frente», afiançou um dos críticos, acrescentando que Nel, com esta cassete, «supera-se a si próprio e aos demais».
Senhoras e senhores, o último trabalho do Rei Nel: “Puta Vida, Merda Cagalhões”! Um álbum para a história:
De fora vinham pérolas como o “The Final Countdown” ou “You’re in the army now”, duas canções que para sempre me ficaram gravadas na alembradura e de vez em quando regressam para me assombrar. Mas serve esta para falar dos hits nacionais que então proliferavam. E desde logo, três grandes artistas me vêm à mente: José Malhoa, Jorge Ferreira e Nel Monteiro. Três gigantes! Um, o primeiro, dono do clássico “24 Rosas”, o segundo, autor do monumento chamado “Carro Preto” (“carro preto, diz-me lá porque razão, partistes meu coração, por o meu amor levar” traláláchimpumetc) e o terceiro, O Mestre, com êxitos incontestados como Retrato Sagrado ou Azar na Praia ou o Alô, Alô Maria Antónia. Ou mesmo o ousado Tira o Bikini!
É o grande Nel que gostaria de destacar aqui, designadamente o seu último grande lançamento com a costumeira Orquestra Lusitana, considerado unanimemente pela crítica especializada como um significativo passo em frente no contexto musical e semiótico do cantor e songwritter, que aqui desbrava muitos novos caminhos em direcção a sabe-se lá onde. «Trata-se de um significativo passo em frente», afiançou um dos críticos, acrescentando que Nel, com esta cassete, «supera-se a si próprio e aos demais».
Senhoras e senhores, o último trabalho do Rei Nel: “Puta Vida, Merda Cagalhões”! Um álbum para a história:
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