27/02/09

Chico Buarque – Budapeste, D. Quixote, por Pássaro Dodot


Comecei a medo, praticamente forçado por um berro do Grão que me espetou com o livro na cara e gritou: «LEVA!». Li as primeiras páginas cheio de preconceitos – afinal um músico genial não pode ser também, um escritor brilhante, há princípios, o Criador não pode deixar que o mesmo homem reúna tanto génio disperso em artes tão diferentes. Mas não é que Budapeste é um excelente livro? O músico Chico acaba por fazer sombra ao escritor Chico – mas este não sai diminuído do confronto e sabendo nós o que o músico vale, imagine-se em que patamar coloco o escritor Buarque. Deixo-vos com a banda
http://www.youtube.com/watch?v=wFPPawLq_5Q&feature=related

4 comentários:

chiCão disse...

O Chico é o maior génio vivo do Brasil. O maior. Vivo.
Viva o Chico!

Anónimo disse...

E o caetano, cão. O caetano também é o maior. Viva também o caetano. Viva!
Cãotano

Cãocorrência disse...

o caetano é fixe, sim senhor. é fixe. mas para o Chico não há concorrência. digo eu, prontos, bá-lá.

Anónimo disse...

e a sardinha...viva

carapau