

Isto chateia-me! Um passeio público que, em teoria, é um espaço colectivo ocupado por uma esplanada... O simples facto de se ocupar o passeio com umas mesas e umas cadeiras já é , só por si, irritante. Mas que dizer quando os proprietários se acham no direito - com a vergonhosa complacência das entidades «responsáveis» - de fazer verdadeiros edifícios que só eufemisticamente podem ser declarados esplanadas? Isto, meus senhores não são esplanadas! São edifícios com paredes e tectos construídos em passeios públicos que são de todos nós. E só aparentemente estas paredes são de vidro - a mim parecem-me mesmo muito opacas, de tal modo me intriga como é que uma suposta autoridade responsável autoriza barbaridades semelhantes a estas.
Pics - dois exemplos eloquentes: a esplanada do restaurante caçarola na Figueira da Foz que nos obriga a contornar o passeio e uma das muitas casas de vidro no Porto em frente ao café piolho.
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